Isso é importante

March 31, 2012 at 4:09pm
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Pra quem tem qualquer interesse por artes plásticas e teatro, Vermelho é uma peça bem boa. Fiquei bem impressionado com a atuação do Antônio Fagundes (o filho dele escorrega no início mas segura bem) e o texto do americano John Logan sobre Mark Rothko fala muito do processo artístico, de como apreciar uma pintura e da evolução dos movimentos nas artes plásticas. Rothko é o outro menos conhecido (ao menos por aqui) expoente do expressionismo abstrato americano, que fez Pollock famoso e maluco. As observações sobre Pollock (dos meus favoritos!), Caravaggio, Picasso e tantos outros já valem a peça. Belíssima aula, e o teatro novo do Tomie é bem incrível também.

Pra quem tem qualquer interesse por artes plásticas e teatro, Vermelho é uma peça bem boa. Fiquei bem impressionado com a atuação do Antônio Fagundes (o filho dele escorrega no início mas segura bem) e o texto do americano John Logan sobre Mark Rothko fala muito do processo artístico, de como apreciar uma pintura e da evolução dos movimentos nas artes plásticas. Rothko é o outro menos conhecido (ao menos por aqui) expoente do expressionismo abstrato americano, que fez Pollock famoso e maluco. As observações sobre Pollock (dos meus favoritos!), Caravaggio, Picasso e tantos outros já valem a peça. Belíssima aula, e o teatro novo do Tomie é bem incrível também.

March 2, 2012 at 3:49pm
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O sempre genial palitinho do XKCD tem o manual que 90% das pessoas imersas em computadores precisam.

O sempre genial palitinho do XKCD tem o manual que 90% das pessoas imersas em computadores precisam.

February 23, 2012 at 7:04am
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Escrever dezenas, se não centenas de mensagem por dia não podem ter outro efeito se não tomar tempo da introspecção, conversa e intimidade da conexão pessoal. A presença física e o toque são cruciais para o desenvolvimento e a saúde, e nós nos arriscamos ao ignorá-los. Mesmo se tivéssemos cérebros interligados diretamente nós ainda seríamos mamíferos com instintos e necessidades de mamíferos. Eu defendo que unir a tecnologia diretamente com o corpo poderia minimizar alguns dos problemas que nos atormentam agora, como a distração incessante e o quase-vício por uma avalanche de novas mensagens. E se for feita corretamente, a conexão do corpo humano diretamente com a internet faria com que a comunicação online fosse tão pessoal quanto a cara-a-cara. Hoje, as tecnologias online são “des-encantadoras”; elas afastam as pessoas. Amanhã, elas poderiam ser “encantadoras” no sentido que aproximariam todos.

— Tirado do ótimo livro World Wide Mind. O autor acha que o futuro da internet é a “tele-empatia”: nós poderíamos de certa forma sentir o que a pessoa do outro lado está sentindo, e isso aproximaria todo mundo. É curioso.

January 27, 2012 at 7:10pm
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Why is pop music the only art form that still inspires such arrantly stupid discussion? The debates that surround authenticity have no relationship to popular music as it’s been practiced for more than a century. Artists write material, alone or with assistance, revise it, and then present a final work created with the help of professionals who are trained for specific and relevant production tasks. This makes popular music similar to film, television, visual art, books, dance, and related areas like food and fashion. And yet no movie review begins, “Meryl Streep, despite not being a Prime Minister, is reasonably convincing in ‘The Iron Lady.’

— Em vez de fazer um review sobre o disco da Lana Del Rey, o New Yorker investigou a picuinha sobre “autenticidade”. A música ser boa ou não às vezes é o de menos.

December 12, 2011 at 3:54pm
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James Blake, meu artista novo favorito do ano, na retrospectiva de fotos do ano do Pitchfork. 

James Blake, meu artista novo favorito do ano, na retrospectiva de fotos do ano do Pitchfork

December 9, 2011 at 2:05pm
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Reblogged from matafari

Me loves me some owls

lacosaperdida:

Prêmio Coruja do ano (Best of 2011)

Lovely Owl
► 
video

(Source: matafari)

December 6, 2011 at 12:24pm
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Except for one thing. Despite how much gripping, odd, surprising, and otherwise enjoyable content the Elder Scrolls games contain, you cannot escape the repetitive and somewhat entropic nature of the core experience, which is dozens of hours of heading into caves/dungeons/forts to kill bandits/necromancers/skeletons to find a tome/rune/amulet, after which you beeline for the nearest merchant/alchemist/blacksmith to sell/trade/repair all the picked-up crap you’ve arranged and rearranged your inventory to accommodate. Is this enjoyable? Of course it is. But there’s a point at which this brand of enjoyableness becomes indistinguishable from compulsion, and it seems fair to ask when a game’s expansiveness becomes an affable form of indentured servitude.

— Tom Bissell sobre Skyrim. Quando tiver férias, irei jogar, de todo modo. 

November 27, 2011 at 11:38pm
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Mordor-Hong Kong

Mordor-Hong Kong

November 9, 2011 at 8:40am
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Entradinha do Dui. Muito, muito bom.

Entradinha do Dui. Muito, muito bom.

November 7, 2011 at 3:47pm
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Era difícil tirar foto do Thor, o Pug que sempre alegrou minha casa em Brasília, e talvez por isso eu goste dessa, que fiz há alguns meses. Ele morreu hoje, atropelado, e eu prefiro guardar os olhos esbugalhados e simpáticos na minha memória.

Era difícil tirar foto do Thor, o Pug que sempre alegrou minha casa em Brasília, e talvez por isso eu goste dessa, que fiz há alguns meses. Ele morreu hoje, atropelado, e eu prefiro guardar os olhos esbugalhados e simpáticos na minha memória.